A URGÊNCIA DE UMA COMUNICAÇÃO ORGANIZACIONAL INCLUSIVA NA LEGITIMAÇÃO DE PESSOAS TRANSGÊNERO NO MERCADO DE TRABALHO
Palavras-chave:
Comunicação organizacional, Transgênero, Trabalho, TransfobiaResumo
O presente artigo aborda a transfobia – conjunto de violências sofridas por pessoas transgênero por serem quem são – em intersecção com o mercado de trabalho, incluindo não apenas a dificuldade de acessar esses espaços, mas também as iniciativas de inclusão por parte das empresas que se mostram, ao fim e ao cabo, insuficientes e/ou superficiais. O objetivo, além de expor o problema, é evidenciar como a cultura e comunicação organizacional podem e devem atuar na mitigação de violências para reduzir as desigualdades com as quais pessoas trans se deparam e fomentar ações que incentivem as empresas e colaboradores a não darem continuidade aos ciclos de marginalização. Por meio de revisão bibliográfica e reflexões nela embasadas, é possível concluir que as demandas por inclusão existem e é necessário que a comunicação organizacional esteja disposta, atenta e preocupada em assumir seu papel transformador para permitir que as subjetividades humanas sejam abraçadas.
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