A URGÊNCIA DE UMA COMUNICAÇÃO ORGANIZACIONAL INCLUSIVA NA LEGITIMAÇÃO DE PESSOAS TRANSGÊNERO NO MERCADO DE TRABALHO

A URGÊNCIA DE UMA COMUNICAÇÃO ORGANIZACIONAL INCLUSIVA NA LEGITIMAÇÃO DE PESSOAS TRANSGÊNERO NO MERCADO DE TRABALHO

Autores/as

  • Miguel Trombini Universidade Metodista de São Paulo

Palabras clave:

Comunicação organizacional, Transgênero, Trabalho, Transfobia

Resumen

O presente artigo aborda a transfobia – conjunto de violências sofridas por pessoas transgênero por serem quem são – em intersecção com o mercado de trabalho, incluindo não apenas a dificuldade de acessar esses espaços, mas também as iniciativas de inclusão por parte das empresas que se mostram, ao fim e ao cabo, insuficientes e/ou superficiais. O objetivo, além de expor o problema, é evidenciar como a cultura e comunicação organizacional podem e devem atuar na mitigação de violências para reduzir as desigualdades com as quais pessoas trans se deparam e fomentar ações que incentivem as empresas e colaboradores a não darem continuidade aos ciclos de marginalização. Por meio de revisão bibliográfica e reflexões nela embasadas, é possível concluir que as demandas por inclusão existem e é necessário que a comunicação organizacional esteja disposta, atenta e preocupada em assumir seu papel transformador para permitir que as subjetividades humanas sejam abraçadas.

Biografía del autor/a

Miguel Trombini, Universidade Metodista de São Paulo

Jornalista e doutorando em Comunicação Social pelo Programa de Pós-Graduação em Comunicação Social da Universidade Metodista de São Paulo.

Publicado

2026-03-18

Cómo citar

Trombini, M. (2026). A URGÊNCIA DE UMA COMUNICAÇÃO ORGANIZACIONAL INCLUSIVA NA LEGITIMAÇÃO DE PESSOAS TRANSGÊNERO NO MERCADO DE TRABALHO. Anuário Unesco Umesp De comunicação Regional, 29, 112–129. Recuperado a partir de https://revistas.metodista.br/index.php/anuario/article/view/1832
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