AUTISTAS NA MÍDIA E NO DISCURSO PUBLICITÁRIO: REPRESENTAÇÃO SOCIAL OU REPRESENTATIVIDADE?!

AUTISTAS NA MÍDIA E NO DISCURSO PUBLICITÁRIO

REPRESENTAÇÃO SOCIAL OU REPRESENTATIVIDADE?!

Autores/as

  • Suelen de Aguiar Silva Universidade Estácio de Sá

Palabras clave:

Mídia; Representatividade; Representações sociais; Deficiências; Autismos.

Resumen

O artigo analisa como a mídia influencia a construção de representações sociais sobre os autismos e de que maneira tais narrativas impactam a inclusão social. O objetivo é compreender como a representatividade midiática pode reforçar estigmas ou promover transformações simbólicas acerca da neurodiversidade. A pesquisa adota abordagem qualitativa, de caráter teórico-bibliográfico, fundamentada em autores como Goffman, Moscovici, Jodelet e Jovchelovitch. Os achados evidenciam que discursos midiáticos, mesmo quando positivos, podem romantizar a condição autista e deslocar o protagonismo para figuras parentais, como ilustrado pelo caso envolvendo Marcos Mion e pela reviralização de sua fala em 2025. Conclui-se que visibilidade não garante representatividade e que a inclusão depende da ampliação de vozes autistas e da transformação das representações sociais que circulam na esfera pública.

Biografía del autor/a

Suelen de Aguiar Silva, Universidade Estácio de Sá

Doutora e mestre em Comunicação Social pela Universidade Metodista de São Paulo e graduada em Comunicação Social com habilitação em Publicidade e Propaganda pela Universidade Estácio de Sá (2005).

Publicado

2026-03-18

Cómo citar

de Aguiar Silva, S. (2026). AUTISTAS NA MÍDIA E NO DISCURSO PUBLICITÁRIO: REPRESENTAÇÃO SOCIAL OU REPRESENTATIVIDADE?!. Anuário Unesco Umesp De comunicação Regional, 29, 11–28. Recuperado a partir de https://revistas.metodista.br/index.php/anuario/article/view/2138
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