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Branquitude e religião: uma análise autoetnográfica sobre ser uma mulher branca no candomblé

Resumo

A proposta do presente artigo é fazer uma análise autoetnográfica sobre a percepção da identidade branca e de todas as suas implicações interseccionais no campo religioso, a partir da experiência pessoal da autora: uma mulher branca iniciada no candomblé. Utilizando-nos da metodologia da autoetnografia esperamos contribuir com os estudos sobre branquitude, religião e interseccionalidade, evidenciando as tensões da intersecção entre gênero, raça e religião na vivência religiosa. O intuito deste artigo não é, em hipótese alguma, reivindicar um suposto protagonismo de mulheres brancas nestes espaços religiosos, mas sim, discutir em que medida tais tensionamentos implicam em reflexões e atitudes práticas mediante o reconhecimento da identidade branca enquanto raça a partir da vivência no candomblé.

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