PADRÕES DE APEGO DE MULHERES EM SITUAÇÃO DE VIOLÊNCIA DOMÉSTICA

Autores

  • Aline Cristina Marquardt Uniasselvi
  • Jheny Lima Uniasselvi
  • Claudia Daiana Borges Idomed e Unisociesc

DOI:

https://doi.org/10.15603/2176-0969/pi.v28n28.id1840

Palavras-chave:

Violência Doméstica; Padrões de Apego; Relacionamentos Afetivos

Resumo

A violência doméstica por parceiro íntimo contra a mulher está em crescimento no Brasil, trazendo implicações para as vítimas, bem como para todo o contexto social, de segurança e de saúde pública. Considerando a relevância do tema, o presente estudo buscou compreender a dinâmica dos relacionamentos afetivos na trajetória de vida de mulheres vítimas de violência doméstica atendidas pelo CREAS de uma cidade do Norte de Santa Catarina. Para tanto, realizou-se uma pesquisa de natureza qualitativa com duas mulheres. Como instrumentos de coleta de dados foram utilizados um questionário sociodemográfico e entrevista narrativa. Os dados foram analisados a partir dos princípios da análise de conteúdo, da qual resultaram quatro categorias, com suas respectivas subcategorias e elementos de análise. Os resultados indicaram que as experiências vivenciadas durante a infância com as figuras de apego podem repercutir nos relacionamentos amorosos na vida adulta, porém a violência doméstica é um fenômeno complexo, que deve ser compreendido através de múltiplos fatores envolvidos, como questões culturais e de gênero.

Biografia do Autor

Aline Cristina Marquardt, Uniasselvi

Psicóloga, Pós-graduada em Sexualidade Humana.

Jheny Lima, Uniasselvi

Psicóloga

Claudia Daiana Borges, Idomed e Unisociesc

Psicóloga, Doutora em Psicologia pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), área Saúde e Desenvolvimento Psicológico. Mestra em Psicologia, Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), área Saúde e Desenvolvimento Psicológico.

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Publicado

2026-05-07

Como Citar

Marquardt, A. C., Lima, J., & Borges, C. D. (2026). PADRÕES DE APEGO DE MULHERES EM SITUAÇÃO DE VIOLÊNCIA DOMÉSTICA. Psicólogo InFormação, 28(28). https://doi.org/10.15603/2176-0969/pi.v28n28.id1840