Resumo
Com frequência pessoas ouvintes sentem-se inseguras ao se comunicarem com surdas por não saberem como proceder e, comumente, têm uma visão essencialista em relação a esses sujeitos, supondo serem todos iguais. Tal concepção alberga preconceitos em reação às pessoas surdas e à Língua de Sinais. No presente artigo, busca-se descontruir a perspectiva binária de ser normal, segundo as primeiras se intitulam, enquanto as segundas seriam anormais, deficientes, usuárias, dentro dessa abordagem, de uma mera linguagem. A partir dessa mudança de paradigma, apresentam-se, na sequência, diferentes perfis de pessoas surdas, relacionando quais as estratégias devem ser utilizadas ao se comunicar com cada um desses perfis.

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