Este artigo investiga o papel das narrativas digitais no design como estratégia para a construção de experiências imersivas no metaverso, tendo como objeto de estudo a exposição Rock Metalverso Brasília. A pesquisa fundamenta-se em uma análise qualitativa, a partir do olhar de Bardin (1977), como forma de identificar e categorizar os elementos de design presentes no ambiente expositivo. A análise mostra como componentes visuais, sonoros e interativos foram articulados de modo a promover o engajamento dos visitantes, fortalecer a memória coletiva e reforçar a identidade cultural vinculada ao rock produzido em Brasília. Os resultados apontam que a integração eficaz desses recursos contribui para uma vivência significativa e à ressignificação da memória coletiva e do reposicionamento do avatar enquanto sujeito ativo na experiência imersiva.